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	<title>Cardiologista Belém &#187; Medicina Descomplicada</title>
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	<description>Dr. Paulo Nauar</description>
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		<title>Não seja mais um entre muitos. Aprenda a superar sua doença e recuperar a felicidade.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 03:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nauar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Descomplicada]]></category>

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		<description><![CDATA[Que bom que você resolveu ler este texto, tenho certeza que ao final, poderei ter acrescentado algo de bom à sua vida e que possa te [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que bom que você resolveu ler este texto, tenho certeza que ao final, poderei ter acrescentado algo de bom à sua vida e que possa te ajudar ou quem sabe ajudar a um parente seu ou mesmo um amigo mais próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria de começar te contando uma história rápida a meu respeito. Meu pai é médico aposentado, formado pela UFPA nos anos 50; dedicou-se à clínica médica e sempre me falou <em>que</em> <em>as pessoas não são um monte de exames&#8230; são pessoas</em>! E que não existem doenças e sim pessoas doentes. Tornei-me médico e por influência dele, por ser minha inspiração dentro da medicina, escolhi ser também clínico, cuidar das pessoas. Dentre todas as especialidades clínicas, apaixonei-me pela cardiologia e segui de Belém pra São Paulo para especializar-me.</p>
<p style="text-align: justify;">Após concluir a residência médica <strong>no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia do Estado de São Paulo</strong> e de passar na prova de título da <strong>Sociedade Brasileira de Cardiologia</strong>, iniciei minha jornada dentro da cardiologia. No auge de meus vinte e poucos anos e com a petulância que muitos jovens médicos tem, achava-me extremamente preparado para cuidar de todos os casos dentro de minha especialidade, afinal de contas tinha estudado muito, sabia os tratados decorados, as diretrizes brasileiras e internacionais, conhecia os medicamentos mais modernos, seus efeitos e indicações, as técnicas de exames mais sofisticados, ou seja, achava que podia resolver as doenças cardiológicas. Mas que ingenuidade a minha! Esquecera dos ensinamentos de meu velho pai, clínico das antigas: “<em>Não existem doenças e sim pessoas doentes</em>”, ou seja, cada caso é um caso e enquanto o médico não percebe isso, mesmo que domine as técnicas mais modernas da medicina, os resultados não serão satisfatórios para os seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante os anos fui aperfeiçoando esse contato com o público e vejam vocês, pude perceber que podemos ter resultados muito melhores quando ouvimos mais, conversamos, explicamos aos clientes nossos objetivos e principalmente quando as pessoas envolvidas podem opinar a respeito dos exames, dos remédios e das técnicas empregadas em seu tratamento, afinal de contas o médico é apenas um instrumento, uma ponte para o benefício principal ao cliente: a sua saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas com doenças cardíacas não conseguem atingir as metas preestabelecidas pelos cardiologistas.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Desistem de tomar o medicamento, seja por que são caros, ou por trazerem efeitos colaterais, mas muitas das vezes o fazem pelo simples fato de não sentirem necessidade de tomarem remédio algum: <em>“ Não estou sentindo nada, por que devo tomar um remédio caro e que pode gerar efeitos colaterais? Não vou me viciar na medicação!</em> ”</li>
<li>Não fazem a dieta necessária;</li>
<li>Não fazem exercícios;</li>
<li>Não voltam às consultas e nem fazem os exames necessários.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas por que as pessoas agem assim?</strong> Estão se sabotando, comprometendo sua saúde e prejudicando o tratamento. Não é por falta de informação, afinal basta ligar a TV e vários programas falam a respeito de doenças e dicas de saúde. A internet é fonte de informação das mais diversas possíveis e imagináveis. Então, por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso gostaria de explicar que a culpa não está somente nas pessoas. Talvez o método que esteja sendo empregado pelo profissional que o atende possa ser melhorado para que atinja a meta principal.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou agora dar <strong>3 dicas excelentes</strong> que utilizo em minhas consultas para que as pessoas, com qualquer tipo de doenças cardiológica, possam ter uma melhor resposta ao tratamento:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong><em>Primeira dica:</em></strong> A pessoa que quer alcançar uma meta, deve ter comprometimento com este objetivo. Você precisa entender que o principal interessado em sua saúde é você mesmo! Se não tiver interesse em ficar bom, simplesmente não ficará. Você deve se perguntar: <strong>“ <em>Qual sua verdadeira razão para fazê-lo?</em> ”</strong> O motivo para seguir um tratamento não deve ser simplesmente por que o médico mandou. Conseguir criar uma ligação sincera com sua meta (seja ela baixar sua pressão, parar de fumar, perder peso ou o que mais for necessário), assumi-la e integra-la a sua vida. As metas com as quais você tem uma ligação sincera acrescentam uma dimensão de “querer” atingir essa meta, em vez de apenas sentir “necessidade” de fazê-lo. Se pudermos imaginar uma coisa ou vê-la, seremos muito mais propensos a analisá-la, entendê-la e adotá-la. O que quero que você entenda é que para termos os melhores resultados do ponto de vista físico, o emocional precisa também estar comprometido com o objetivo. Pessoas com problemas emocionais, na maioria das vezes inconscientes, são mais fragilizadas, mais predispostas ao fracasso. Todos que recebem um diagnóstico de doença crônica, seja hipertensão, diabetes ou mesmo insuficiência cardíaca, deveriam procurar conversar com um psicólogo, a fim de amenizar o problema, ou seja, não sofrer por antecipação, não ter auto &#8211; piedade, não se sentir com uma arma apontada na cabeça e que vai disparar a qualquer momento.</li>
<li><em><strong>Segunda dica</strong>:</em> O tratamento, não medicamentoso, é tão o mais importante que o farmacológico na maioria dos casos e <strong>depende basicamente de você!</strong> Desde que bem orientado, seja por médico ou mesmo por uma <strong>equipe multiprofissional</strong>, composta por enfermeiros, nutricionistas e fisioterapeutas. No caso da insuficiência cardíaca (ICC), que é a falência do coração como bomba, causando fadiga, cansaço, inchaço e que pode levar à morte, o controle de líquidos é fundamental para se tirar o paciente do quadro agudo e para evitar que entre em descompensação.  A ingesta de líquidos deve ser restrita, calculada para cada caso, diminuir a quantidade de sal na comida, elevar a cabeceira na hora de dormir e programas de reabilitação, são todas medidas não medicamentosas fundamentais para essas pessoas. Doentes portadores de ICC, que não seguem estas orientações vão precisar de doses muito mais altas de medicamentos e estarão sujeitos a efeitos colaterais importantes das drogas, além de ficarem mais sujeitos a internações e possíveis complicações. No caso de diabetes e aterosclerose (entupimento das artérias por placas de gorduras), não seguir a dieta e deixar aumentar a taxa de colesterol e glicose no sangue fazem com que tratamentos como cirurgia cardíaca de revascularização (ponte de safena) e percutâneos (colocação de stents) se percam em pouco tempo, meses até. Se você quer ter bons resultados, não basta tomar remédios, siga os tratamentos não farmacológicos recomendados para seu caso.</li>
<li><strong><em>Terceira dica</em></strong><em>:</em> O profissional que lhe atender deve escolher os exames corretos para o diagnóstico completo de seu problema e identificar a causa principal que esteja causando este problema, ou seja: estratifica-lo. Só assim, poderá identificar o melhor tratamento para cada caso, qual o melhor remédio e a dose ótima que este deve ser usado, para que não <strong>fique “ dando tiro no escuro para ver se acerta! ”</strong> Vamos mais uma vez aos exemplos. Imagine que seu coração é uma casa. A casa pode dar um problema na alvenaria, na parte elétrica ou na parte hidráulica. Cada exame que o médico pede vai ver uma parte da sua casa, o ecocardiograma por exemplo vê a alvenaria da casa, as paredes, as portas e janelas (músculo cardíaco, válvulas e pericárdio), mas não é capaz de ver o encanamento da casa, a não ser nos casos em que já houve infiltração na parede, mas aí, será necessário quebrar a parede para trocar o encanamento, entendeu? O que quero te dizer é que se fizer apenas um ecocardiograma e achar que este estando normal, significa que você não tem nada, poderá ter um infarto e ter que se submeter a um procedimento invasivo. Os exames se complementam! O cardiologista deve estar habilitado a pedir os melhores exames para cada caso e saber interpretá-los. Verificar se foram bem feitos e se achar que tem necessidade, continuar a investigação. Nos casos de idosos, com dificuldade de locomoção, o teste ergométrico (exame da esteira) fica limitado, pois os mesmos não conseguem andar de forma correta e não atingem a frequência cardíaca mínima para avaliação de doença arterial coronariana. Nessa situação, o cardiologista deve informar ao cliente a necessidade da realização de outros exames, em que o diagnóstico correto se faça sem a necessidade de grandes esforços, recorrendo-se à cintilografia de perfusão miocárdica ou tomografia de coronárias. Quantas pessoas você conhece que fizeram um <em>check up, </em>com eletro, eco e teste de esteira normais e que depois infartaram? A aplicação de teoremas para avaliação das probabilidades pré e pós-teste deve fazer parte da rotina do cardiologista, para saber quando e qual exames indicar. Uma vez feito o diagnóstico etiológico, o médico deve propor o tratamento mais adequado para o caso. E aqui meus amigos vem mais um detalhe importante<strong>: não adianta estar tomando o remédio certo se as doses estiverem erradas.</strong> Existem remédios usados para insuficiência cardíaca, que fazem com que o coração aumente a força de contração, diminua de tamanho e no final a pessoa vive mais e melhor, são eles: os beta-bloqueadores (carvedilol, metoprolol, bisoprolol e nebivolol), mas vejam vocês, todos os estudos mostraram que os maiores benefícios são atingidos com as doses máximas dos remédios, se o médico não falar isso para o paciente, o mesmo ficará usando por anos, uma droga em sub &#8211; dose. Já nos casos de hipertensão arterial moderada, a melhor forma de iniciar o tratamento é com associação de medicamentos, para que se atinja a meta pressórica mais rapidamente.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Já lhe dei todas essas dicas, <strong>mas isso é um pouquinho do que posso lhe ensinar</strong>. Durante a consulta podemos conversar sobre muitas coisas. Sei que no atual momento de crise que nosso país vivencia, pagar uma consulta particular pode ser oneroso e prejudicar o orçamento das famílias. Mas me proponho a cobrar um valor justo por esse serviço e a experiência que você terá, justificará seu investimento. Sei que funciona e confere melhores resultados, pois com mais de <strong>10 anos de dedicação clínica à cardiologia</strong> pude conferir que esse tipo de consulta faz toda diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se você quer ter um resultado mágico, do nada, sem trabalhar junto comigo, então não poderei ser seu cardiologista. Quero ajudar pessoas que tenham dedicação, que saibam que a coisa pode ser simples, mas que não é fácil e que vão se dedicar até obter um resultado satisfatório. Durante a consulta não vou oferecer a você uma “pílula mágica” que irá contornar todas as doenças. Muitos casos avançados e com diagnóstico tardio, não podem ser curados ou tampouco melhorados e requerem internação e cuidados intensivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Médicos especialistas chegam a cobrar 400, 500 e até mesmo 750 reais por uma consulta, mas acho esses valores altos e não costumo cobrar nem metade desse valor por cada consulta e se você não ficar satisfeito com o atendimento que irei te oferecer, poderá solicitar seu dinheiro de volta.</p>
<p style="text-align: justify;">O consultório onde atendo fica localizado à Avenida Senador Lemos, número 435. Sala 1004. Edifício Comercial Village Boulevard. Umarizal. (Entre Dom Romualdo de Seixas e Dom Romualdo Coelho) Cep 66050-000.<br />
(91) 2121 2260 | 99182-2200 | 98283-8049</p>
<p style="text-align: justify;">Atendimento: Segunda-Feira, 14:00 hs</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode conseguir maiores informações acessando</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://cardiologistabelem.com.br/fale-conosco/">http://cardiologistabelem.com.br/fale-conosco/</a></p>
<p style="text-align: justify;">As doenças do coração, em sua grande maioria, podem ser controladas e até mesmo evitadas. Sinta-se leve novamente! Não seja mais um entre muitos. Aprenda a superar sua doença e recuperar a felicidade. Agende sua visita.</p>
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		<title>SAIBA COMO É FEITO E PARA QUE SERVE O TESTE ERGOMÉTRICO (exame de esteira):</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2016 20:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nauar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Descomplicada]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O teste ergométrico é um exame cardiológico, realizado em um ergômetro, geralmente esteiras ou bicicletas e que tem como finalidade avaliar o condicionamento físico da pessoa, as respostas hemodinâmicas (comportamento da pressão arterial e frequência cardíaca durante o esforço). Verifica também a ocorrência de arritmias cardíacas desencadeadas pelo exercício, o aparecimento de sintomas como angina (dor no p<span class="text_exposed_show">eito), dispneia (falta de ar) ou palpitações.<br />
O exame de esteira também pode ser utilizado para investigação, mesmo que assintomática, de doença arterial coronariana (entupimento das artérias do coração), responsável pela maioria dos casos de infartos em homens e mulheres.<br />
O teste ergométrico é seguro para pacientes de todas as idades e deve ser realizado por cardiologista experiente e em ambiente propício. Ao realizar o exame, o médico escolhe o protocolo adequado para cada caso e ao final interpreta os resultados, levando-se em consideração uma série de fatores (probabilidades pré e pós teste) para emitir o laudo, que será posteriormente avaliado pelo médico solicitante.</span></p>
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		<title>Insuficiência cardíaca: o que saber e como agir.</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 00:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nauar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Descomplicada]]></category>

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		<description><![CDATA[Insuficiência cardíaca (IC), também denominada falência do coração ou coração grande (coração de boi), é uma síndrome cardiológica que decorre de uma série de doenças, cujo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Insuficiência cardíaca (IC), também denominada falência do coração ou coração grande (coração de boi), é uma síndrome cardiológica que decorre de uma série de doenças, cujo resultado final ocasiona a disfunção do órgão.<br />
Os principais sintomas relacionados a IC são, dispnéia (falta de ar), cansaço fácil e progressivo, inicialmente aos grandes esforços e posteriormente aos médios e pequenos esforços e até mesmo em repouso. Aparecem inchaços (edemas) de membros inferiores, o fígado fica sensível e aumentado de tamanho e as veias do pescoço dilatadas. Pode ocorrer congestão dos pulmões (excesso de líquidos) que leva a falta de ar intensa e a pessoa não consegue dormir e permanece sentada a maior parte do tempo.<br />
A instalação da IC pode ser aguda (rapidamente) ou crônica, dependendo de sua etiologia. Existem causas reversíveis. O mais importante é a identificação precoce para que o problema possa ser revertido ou controlado o mais rápido possível, a fim de se evitar a progressão para estágios mais avançados e até mesmo irreversíveis.<br />
A atuação do cardiologista é fundamental. O profissional qualificado irá inicialmente reconhecer o problema, estratificá-lo através de história e exame físico, identificar situações agravantes (arritmias, infecções etc), traçar um plano terapêutico inicial, a fim de aliviar os sintomas ou amenizá-los e solicitar exames como eletrocardiograma, laboratório completo, RX de tórax e ecocardiograma. Uma vez quantificado o problema e otimizada a medicação é importante que o especialista prossiga com a investigação para que a etiologia ( entupimento das artérias do coração, hipertensão, infecções bacterianas ou virais, uso de certas drogas e quimioterápicos, problemas nas válvulas, arritmias malignas, entre outras) seja estabelecida.<br />
Reconhecida a origem da falência cardíaca, o plano terapêutico pode ser elaborado de forma mais precisa, tornando-se eficiente e eficaz. A reversão da patologia de base aumenta a sobrevida e as chances de sucesso.<br />
A conversa inicial do médico com o cliente é crucial para que a pessoa, entendendo o que está enfrentando, possa ter a aderência necessária ao tratamento proposto. Comprometimento e disciplina são fundamentais para evitar-se descompensações subsequentes. Muitas das vezes serão necessários vários medicamentos e se não houver uma boa relação médico &#8211; paciente, as crises tornam-se frequentes, com sérias consequências.<br />
É importante salientar que além das medidas farmacológicas (remédios), o tratamento não medicamentoso, deve ser seguido de forma correta. A limitação da ingesta de líquidos (a ser calculada dependendo do estágio da IC), a dieta (com pouco sal na maioria dos casos) e dormir com a cabeceira elevada, são medidas utilizadas. Quanto à pratica de exercícios, esta deve ser estimulada, mas somente após avaliação específica, para determinar o limite de cada um e na maioria das vezes supervisionada, em programa de reabilitação cardíaca. Nos casos descompensados o repouso é sugerido, a fim de evitar-se qualquer sobrecarga ao coração.<br />
A intervenção multiprofissional, com enfermeiro, nutricionista, fisioterapeuta e psicólogo ajuda na busca de controle mais adequado, especialmente nos casos mais avançados. Quando as medicações otimizadas ao máximo e as medidas não farmacológicas já não fazem efeito, o cardiologista indica outros tipos de tratamento, que vão desde implantes de marcapasso especial, cirurgias cardíacas e em último caso o transplante cardíaco.</p>
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		<title>Diabetes e risco cardiovascular.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 02:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nauar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Descomplicada]]></category>

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		<description><![CDATA[O diabete mellitus é uma doença sistêmica, ocasionada pelo aumento de glicose (açúcar) no sangue, cuja incidência vem aumentando no mundo todo. Pode acometer pessoas de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O diabete mellitus é uma doença sistêmica, ocasionada pelo aumento de glicose (açúcar) no sangue, cuja incidência vem aumentando no mundo todo. Pode acometer pessoas de todas as idades e está relacionada a fatores genéticos e principalmente a hábitos de vida pouco saudáveis, como o sedentarismo e dieta calórica, levando à obesidade, que é o principal fator de risco.<br />
Dosagem de glicose no sangue, em jejum, maior ou igual a 126mg/dl em duas ocasiões distintas, já serve para confirmar o diagnóstico de diabetes. Quando a glicemia encontra-se entre 100-125 mg/dl, já considera-se um pré-diabetes, provavelmente fazendo parte de um quadro de síndrome metabólica (obesidade, perfil lipídico alterado, hipertensão e glicemia de jejum alterada).<br />
Existe o diabetes tipo I, denominado também insulino-dependente, que acomete pessoas mais jovens, sendo descoberto geralmente na adolescência e é ocasionado pela destruição de células do pâncreas, na sua grande maioria dos casos.<br />
O tipo II é muito mais frequente e está intimamente relacionado com sobrepeso, porém este não é o único responsável. Deve-se entender que a doença é multi fatorial. Os pacientes tipo II, em algum momento de sua evolução, podem ter que usar doses de insulina, mas geralmente o tratamento começa com mudança de estilo de vida e caso não se consiga atingir a meta glicêmica, associa-se medicação hipoglicemiante oral.<br />
É extremamente importante que a pessoa acometida de diabetes tenha consciência da necessidade de seguir o tratamento antes que os órgãos alvo (coração, cérebro, rins, retina e vasos sanguíneos) sejam acometidos. Os sintomas mais frequentes são cede exagerada (polidipsia), excesso de diurese (poliúria) e fome acima do normal (polifagia). Perda de peso inexplicada e acentuada, também pode ser um indício de doença descompensada, assim como infecções urinárias e ginecológicas de repetição. A identificação precoce é fundamental, considerando-se que muitos podem ser assintomáticos, a avaliação médica de rotina é primordial.<br />
Quanto ao risco cardiovascular, é comprovada a forte relação do diabetes com a aterosclerose (entupimento das artérias com placas de gorduras) que aumenta consideravelmente o risco de infarto, derrame e doença arterial periférica. Além dessas doenças serem mais frequentes, também são mais graves quando ocorrem.<br />
<em><strong>Todo paciente diabético é considerado de alto risco cardiovascular, especialmente os diagnosticados a mais de 10 anos. É função do cardiologista, fazer a busca ativa de doença arterial coronariana ( DAC ), escolhendo os melhores exames, dependendo do perfil de cada cliente e promover a intervenção adequada para o caso. </strong></em>O uso de medicações como estatinas (que reduzem o colesterol e diminuem a progressão da placa aterosclerótica nas artérias) e inibidores da enzima de conversão de angiotensina (IECAs), que protegem o rim, são importantes em situações específicas. Além disso medidas dietéticas, orientadas por profissional capacitado, prática de exercícios, técnicas de relaxamento e muitas das vezes acompanhamento psicológico são fundamentais para que se obtenha o controle adequado da doença.<br />
Procure o cardiologista, faça seus exames complementares, esclareça suas dúvidas e mantenha sua saúde em dia.</p>
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		<title>Cardioncologia: A nova fronteira da cardiologia clínica.</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2015 00:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nauar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Descomplicada]]></category>

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		<description><![CDATA[As complicações cardiovasculares são frequentes nos pacientes oncológicos, em especial nos casos de câncer de mama. Decorrem de efeitos maléficos do próprio tumor e de algumas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As complicações cardiovasculares são frequentes nos pacientes oncológicos, em especial nos casos de câncer de mama. Decorrem de efeitos maléficos do próprio tumor e de algumas drogas quimioterápicas<span class="text_exposed_show">. Ressalte-se que, certos efeitos deletérios do tratamento quimioterápico no músculo cardíaco, podem determinar impacto significativo na sobrevida, resultando em aumento de morbidade e mortalidade. Dentre as diversas manifestações clínicas da cardiotoxicidade, a mais temida é a disfunção ventricular esquerda, levando a insuficiência cardíaca congestiva (falência do coração). O desenvolvimento de protocolos, específicos, nas diversas instituições de nossa região, sejam públicas ou privadas, são fundamentais para o manejo adequado dos doentes. A interação entre a cardiologia e a oncologia contribui para a melhor evolução dos pacientes, tendo como objetivos principais a adoção de estratégias de prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento das doenças cardiovasculares nessa população, evitando dessa forma as complicações indesejadas.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Procure o cardioncologista, faça seus exames complementares, esclareça suas dúvidas e mantenha sua saúde em dia.</p>
</div>
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		<title>Aprenda a reconhecer um Infarto.</title>
		<link>http://cardiologistabelem.com.br/aprenda-a-reconhecer-um-infarto/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 14:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nauar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Descomplicada]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas ao sentirem dor no peito, de imediato pensam num possível infarto. Para que se tenha um diagnóstico confirmado, pelo menos dois critérios de três [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="_5pbx userContent" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}">
<p>Muitas pessoas ao sentirem dor no peito, de imediato pensam num possível infarto. Para que se tenha um diagnóstico confirmado, pelo menos dois critérios de três devem estar presentes: sintomas clínicos característicos, alteração no eletrocardiograma e dosagens enzimáticas elevadas no sangue.<br />
Destes o reconhecimento preciso dos sintomas são os que geram mais dúvidas nos profissionais de saúde e nas pessoas em geral. Realmente, o diagnóstico nem sempre é fácil, mas algumas características ajudam a ter maior precisão.<br />
O cardiologista ao se deparar com alguém queixando-se de dor no peito, inicialmente vai procurar saber qual o perfil de risco desta pessoa. Este é o primeiro passo para avaliação. Pacientes considerados de alto risco, como diabéticos, hipertensos, idosos, fumantes, pessoas com antecedentes de doença coronariana (infarto prévio, procedimentos de revascularização, sejam eles cirúrgicos, ponte de safena, ou percutâneos, stents), devem ter seus sintomas mais valorizados, mesmo quando mais discretos. Por outro lado, pacientes considerados como de risco mais baixo, como por exemplo, jovens sem antecedentes pessoais e familiares importantes, somente devem ser internados ou submetidos a exames mais invasivos, quando o quadro clínico for muito característico.<br />
O segundo passo na investigação clínica é identificar as características da dor. Se a dor é anginosa ou não. A dor do infarto é uma dor forte, em aperto, que em geral tem duração maior que 20 minutos, pode irradiar para os braços (especialmente o esquerdo) ou mandíbula, desencadeada por esforço, aborrecimento ou emoção, mas que também poderá surgir mesmo em repouso, dependendo do perfil de risco da pessoa e seus antecedentes. Pode vir acompanhada de sudorese fria, náuseas e vômitos. Essa seria uma dor classificada como tipo A. Dores que não preenchem esses critérios, em pontada, que pioram com a movimentação do tórax ou com a compressão do mesmo, em pacientes de baixo risco, são consideradas não anginosas (tipo D) e tem como principal origem e diagnóstico diferencial problemas na coluna e músculo esqueléticos.<br />
Pacientes com características intermediárias entre estas (tipo B, provavelmente anginosa e tipo C, provavelmente não anginosa) devem ter seu diagnóstico facilitado através de outros exames.<br />
Sintomas que não a dor no peito, também podem remeter ao diagnóstico de infarto. São os denominados equivalentes isquêmicos ( dispnéia, falta de ar repentina, que pode traduzir falência aguda do coração ou síncope, perda súbita da consciência) e estão presentes mais frequentemente em idosos, diabéticos e mulheres.<br />
Por fim, a tomada de decisão, do profissional de saúde, deverá levar em consideração as características da pessoa vitimada de dor no peito, seus antecedentes pessoais e familiares, as características da dor propriamente dita, seu início, duração, irradiação, possíveis sintomas associados e a realização de exames complementares nos casos selecionados.<br />
Procure o cardiologista, faça seus exames complementares, esclareça suas dúvidas e mantenha sua saúde em dia.</p>
</div>
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		<title>Hipertensão Arterial</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2015 11:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nauar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Descomplicada]]></category>

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		<description><![CDATA[A hipertensão é uma doença perigosa, de alta prevalência em pessoas no mundo inteiro e responsável por diversos males à saúde. Não faz distinção de raça, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>A hipertensão é uma doença perigosa, de alta prevalência em pessoas no mundo inteiro e responsável por diversos males à saúde. Não faz distinção de raça, cor ou idade, podendo acometer adultos, idosos ou crianças.</div>
<div>A hipertensão ou pressão alta é a elevação da pressão nas artérias em um nível superior aos considerados normais (14/9). Não se sabe quem irá desenvolver hipertensão, mas fatores genéticos (parentes próximos hipertensos), obesidade, sedentarismo (falta de exercícios físicos), consumo exagerado de sal e frituras além do cigarro, são todos considerados fortes indícios de que uma pessoa poderá desenvolver pressão alta em algum momento de sua vida, por isso é importante desde já eliminar os fatores de risco modificáveis: pare de fumar (pergunte ao seu cardiologista sobre os novos tratamentos anti-tabagismo), faça uma dieta adequada para você, pratique exercícios físicos aeróbicos (faça antes um teste ergométrico e discuta com seu cardiologista e melhor forma para fazer suas atividades).</div>
<div>A grande maioria (90%) dos casos de pressão alta não tem uma causa identificável e por isso não têm cura e necessitam de tratamento específico por toda a vida (nunca pare por conta própria os medicamentos indicados por seu cardiologista). Pequena parte dos hipertensos tem uma causa comprovada de aumento da pressão (doenças dos rins, das glândulas, uso inapropriado de determinados medicamentos etc) e por isso é extremamente importante uma consulta médica especializada, pois uma vez identificada a causa, esta poderá ser tratada e a pessoa curada.<br />
Os sintomas da pressão alta são muitos: dores de cabeça, visão turva ou pontos luminosos, dormências, cansaço fácil, zumbidos, tonturas, dores no peito. Porém o mais importante é saber que são poucos os hipertensos que apresentam os sintomas da pressão alta e por isso mesmo, às vezes se torna difícil para o cardiologista convence-los a iniciar o tratamento adequado. _ “não vou tomar remédio nenhum, não estou sentindo nada e não preciso gastar meu dinheiro com algo que não vai me adiantar de nada”.</div>
<div>O problema é que a hipertensão é uma doença muitas das vezes silenciosa, diria mesmo traiçoeira e o primeiro sintoma pode ser um infarto ou um derrame que pode resultar na morte do paciente ou deixar-lhe seqüelas para o resto da vida. Sendo assim a melhor atitude é prevenir. Marcar exames médicos de rotina, fazer um check up com seu cardiologista que irá decidir pelos melhores exames para você, entre eles o eletrocardiograma, teste ergométrico, MAPA de 24h (que serve para diagnosticar hipertensão mascarada, hipertensão do jaleco branco ou avaliar se seu tratamento está adequado), ecocardiograma e outros.</div>
<div>É importante saber que a pressão alta provoca sofrimento em diversos órgãos do seu corpo, sendo os que mais sofrem são os vasos sangüíneos, o coração, os rins, o cérebro e os olhos. A hipertensão aumenta consideravelmente o risco de infarto, insuficiência cardíaca (coração grande), derrame cerebral, aneurismas, insuficiência renal (podendo haver necessidade de hemodiálise nos casos mais graves), arritmias, demência (perda de memória) e entupimento dos vasos das pernas e carótidas.</div>
<div>É possível controlar a hipertensão arterial para evitar as suas conseqüências e a diminuição da expectativa de vida. O tratamento dura a vida toda e deve ser feito com medicamentos que diminuem a pressão alta e com mudança de seu estilo de vida (com hábitos saudáveis).</div>
<div>O consumo excessivo de sal de cozinha aumenta a pressão arterial. O sal faz o corpo reter mais líquido, o que faz a pressão subir. No entanto, não há necessidade de comer sem sal. Deve-se evitar o exagero, colocar sal na comida depois de pronta ou comer alimentos que contenham muito sal, inclusive os enlatados e industrializados, em conserva (conservantes).<br />
Lembre-se: o excesso de peso, bebidas alcoólicas e o sal de cozinha são os maiores inimigos do combate à hipertensão.<br />
Dicas para evitar o excesso de sal:</div>
<ul>
<li>Use o mínimo de sal no preparo dos alimentos, substituindo-o por temperos naturais como salsinha, cebola, limão, coentro, manjericão, orégano;</li>
<li>Evite acrescentar sal aos alimentos já prontos;</li>
<li>Nunca tenha um saleiro à mesa;</li>
<li>Evite embutidos, como salsicha, mortadela, lingüiça, presunto salame e paio;</li>
<li>Evite temperos industrializados, como ketchup, mostarda, maionese, molho shoyu e caldos concentrados;</li>
<li>Evite conservas, como picles, azeitona, palmito, patês, enlatados (ervilha, milho, extrato de tomate);</li>
<li>Evite carnes salgadas, como bacalhau, pirarucu, charque, churrasco, maniçoba, feijoada, defumados;</li>
<li>Evite sopas em pacotes e refrigerantes dietéticos e não dietéticos (contém sódio em sua fórmula);</li>
<li>Use queijo branco ou ricota sem sal;</li>
<li>Evite salgadinhos, batata frita, amendoim, castanha de caju, pipoca com sal.</li>
</ul>
<p>Evitando o excesso de sal na alimentação você ajuda a controlar sua pressão e às vezes seu cardiologista consegue até reduzir seus remédios.</p>
<p>A obesidade tem relação direta com o aumento da pressão arterial. Além disso, o excesso de peso está relacionado com diabetes (açúcar no sangue) e aumento do colesterol e triglicerídeos. A redução do peso pode diminuir a pressão arterial significativamente. Pergunte ao seu cardiologista qual a melhor forma para você perder peso e entrar em forma.</p>
<p>A prática regular de exercícios físicos é recomendada para todos os hipertensos, inclusive àqueles em tratamento com medicamentos. Porém antes de iniciar programas regulares de exercício, é necessário passar por avaliação médica especializada com um cardiologista para realização de teste de esteira e MAPA para eventual ajuste de medicação e recomendações à respeito dos exercícios, que devem ser de preferência aeróbicos (caminhadas, corridas leves, natação ou hidroginástica, bicicleta, dança – de – salão etc). É extremamente importante saber que hipertensos mais graves só devem iniciar o programa de exercícios após controle da pressão arterial.<br />
Os remédios para pressão alta agem no organismo reduzindo a pressão arterial. Existe uma série enorme de medicamentos para hipertensão, sendo que o tratamento deve ser individualizado. Cada pessoa deve ser avaliada pelo cardiologista que indicará um tipo de anti-hipertensivo adequado para cada caso. Não tome remédios para pressão por conta própria, todos os medicamentos têm efeitos colaterais que devem ser considerados pelo cardiologista no momento da consulta. Nem sempre o remédio que serviu para seu vizinho, ou o remédio de sua mãe ou irmão será útil para você. Existem metas de pressão que devem ser alcançadas de acordo com o risco individual de cada paciente e que serão calculadas para você durante sua avaliação especializada. Não deixe de tomar os medicamentos, mesmo que sua pressão esteja controlada. Siga a orientação de seu cardiologista.<br />
Atualmente existem medicamentos que controlam a pressão alta sem interferir na sexualidade. No entanto, se acontecer alguma alteração na sua atividade sexual, converse com seu cardiologista.<br />
Dicas para o uso de medicamentos:</p>
<ul>
<li>Mantenha os medicamentos em locais visíveis, próximos da geladeira ou televisão, porém longe do alcance das crianças;</li>
<li>Não corra o risco de ficar sem os remédios, providencie uma nova caixa antes que as atuais acabem;</li>
<li>Quando viajar, leve quantidade suficiente para o período que estiver fora;</li>
<li>Aprenda o nome de seus medicamentos, de preferência leve a receita no momento de sua consulta com seu cardiologista;</li>
<li>Nunca deixe de tomar seu remédio no dia da consulta ou de fazer exames, exceto se for solicitado pelo seu cardiologista;</li>
<li>Se forem vários medicamentos, faça uma lista com nomes e horários de cada um e deixe fixada em local visível. Muitas vezes eles podem ser tomados ao mesmo tempo (pergunte ao seu cardiologista).</li>
<li>Não deixe de tomar o remédio no fim de semana. Se você for a uma festa não exagere no consumo de bebidas alcoólicas;</li>
<li>A interrupção dos remédios de maneira súbita pode causar crises de hipertensão com graves conseqüências;</li>
<li>Nunca interrompa o tratamento por conta própria, seja porque o medicamento acabou, porque a pressão está controlada ou porque vai viajar; Caso sinta algo diferente com o uso dos remédios, consulte seu cardiologista.</li>
</ul>
<p>Por fim, é importante que o hipertenso aceite sua condição e passe a promover uma mudança em seu estilo de vida. Procure adaptar seus horários para tomada dos medicamentos e para prática de exercícios. Não é tão difícil assim! Procure reservar pelo menos uma hora de seu dia para se dedicar a você, faça algo que goste e que a muito não vem fazendo por “falta de tempo”, largue os vícios, você verá que será bem mais fácil desta forma.</p>
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